sábado, 26 de agosto de 2017

MEUS VERSOS GUIARÁ

A insegurança travou, minha mão ao versar;
O medo me sitiou, e quis me sufocar;
Mas então eu clamei, ao Filho de Davi;
Ele me escutou, por isso estou aqui...

A insegurança Ele acabou;
O medo repreendeu;
Quando Ele ordenou;
A inspiração reapareceu...

Não tenho mais dificuldade em versar;
Pois firme está minha fé;
A cada verso grato vou está;
À Jesus de Nazaré...

Se a insegurança me sitiar;
Ou se o medo atacar;
Seu nome eu clamarei;
Ele meus versos guiará...

Não tenho mais dificuldade em versar;
Pois firme está minha fé;
A cada verso grato vou está;
À Jesus de Nazaré...

Se a insegurança me sitiar;
Ou se o medo atacar;
Seu nome eu clamarei;
Ele me socorrerá...

GISELE CRISTINA
PARÓDIA BY MAIRTON LIMA

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

HINO AOS CANCERIANOS (HYMNUS INDIGENAE CANCER)

 Avante, regidos pela lua;
O dia do desabafo chegou!
Pois contra nós a tirania;
Dos corações magoados se elevou.

Vejam nas pulsações;
O rugir desses ferozes cernes!
Surge ele de dentro de nós;
Degolando o amor de nossos corações.

Amor sagrado de uma alma arredia;
Contenha nossos brados vingativos;
Liberdade, querida liberdade;
Peleje contra os teus inimigos.
 
Debaixo de nossas burradas;
Há sempre nossas afeições delicadas;
Que nossos corações agonizantes;
Vejam de nosso sentir o triunfo e a honra.

Cancerianos, guerreiros volúveis;
Exibam ou arquivem as suas mágoas;
E respeitem as limitações da nossa vida;
Que contra nós atentam outra vez.

Que esse mau sentimento chamado ódio;
Nunca seja cúmplice do nosso bem querer;
Mesmo que todos os ferimentos que sem piedade;
Rasguem-nos o peito e faça-o doer!

Porque somos afetuosos, cancerianos;
Aguentamos dúvidas e turbilhões;
Aprendemos, aprendemos;
Que um amor verdadeiro e puro;
No coração sempre teremos.

Somos afetuosos, cancerianos;
Aguentamos dúvidas e turbilhões;
Aprendemos, aprendemos;
Que um amor verdadeiro e puro;
No coração sempre teremos.

BY MAIRTON LIMA

DE MISSÃO VELHA À FORTALEZA

Barro
Deu um aperto no peito, eu fiquei agoniado;
Missão Velha ficou para trás;
Oh lugarzinho acanhado;
Peguei a Rodovia Santos Dumont;
E foi aí que a coisa ficou pior;
Quando passei por Milagres;
Às lágrima já rolavam aos montes...

No caminho de Iara;
Pensei: Não vou aguentar;
De Iara até Barro;

Fui meditando sem parar...
Cachoeira dos Índios

Uma parada na cidade serrana;
Dei um descanso à lembrança;
Foi de lá até Cachoeira;

Que lembrei dessa menina faceira...

Fui parar em Barro para ver;
O Açude Cipó assoreado;
De lá eu lembrei da Patagônia;
Uma pousada ao lado da estrada;
E na reta após o Cipó vamos direto;

Cheguei a estar muito fascinado...
Caucaia

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

E vai virando um flagelo...

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

E vai virando um flagelo...

Chorozinho
De Missão Velha à Milagres;
Fui contemplando a beleza;
Dando escanteio na saudade;

Ouvindo musica e associando à cidade...

Fortaleza
À esquerda o Povoado de Rosário;
Dalí pra frente meu pranto já caía;
Só fui curar minha nostalgia;
Na entrada para a Paraíba...

Tem coisas que a gente pensa;
E o coração fica doente;
Pensei no Açude Cipó;

Na Patagônia mais a frente...
Horizonte

E no desvio de Chorozinho;
Já me sentia igual criança;
Avisto mais à frente Horizonte;

Ainda cheio de esperança...

E se na linda Caucaia;
Eu não encontrar a minha amada;
Amanhã bem cedo eu sigo;
Com destino à Fortaleza;
Vou até o farol do Mucuripe;

Mas quero te encontrar com certeza...

Missão Velha
A saudade é um prego;
Coração é um martelo;

Fere o peito e dói na alma;
E vai virando um flagelo...

Iara
A saudade é um prego;
Coração é um martelo;

Fere o peito e dói na alma;
E vai virando um flagelo...

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

E vai virando um flagelo...

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

Povoado do Rosário
E vai virando um flagelo...
Milagres

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

E vai virando um flagelo...

A saudade é um prego;
Coração é um martelo;
Fere o peito e dói na alma;

E vai virando um flagelo...

RIO NEGRO E SOLIMÕES
PARÓDIA BY MAIRTON LIMA

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

A GEOGRAFIA DO NOSSO CAMINHO

E de quem será a culpa agora, se não minha?
Cada dia que amanhece me desafia;
Quem enfrentará tomar as decisões?
Além de um sonho afogado por minhas decepções;
Este frio eu reconheço, das lágrimas em meu rosto...

E me confio em um passado cheio de ingenuidade;
De quem vai do estupor a uma outra qualidade;
Porque quando eu acho que estou amando tão claro;
Busco dentro de mim cada pensamento mais sincero;
Eu vejo no céu um espelho;
Com a geografia do meu caminho...

Sou eu, volto a ser eu;
Porque eu aprendi a me fazer companhia;
Dentro de mim, enganarei a minha melancolia;
Bela como eu nunca a tinha visto antes;
Cara a cara com o meu destino;
Escrito pelas linhas da composição...

O tornado que te joga para longe sou apenas eu;
Tenho a esperança que ele em fim irá ter passado;
Meus defeitos trouxeram experiências que não esqueço;
E isso muito me desgosta, isso muito me assusta...

Sou eu, volto a ser eu;
Porque eu aprendi a me fazer companhia;
Dentro de mim, repito uma blasfêmia, essa poesia!
Bela como nunca eu já tinha visto antes;
Olhos fixos no horizonte, ao chão por fim volto o meu rosto...

O que é sentir a solidão? O que é?
Eu não queria ter sentido hoje;
Sou eu, sou eu, volto a ser eu;
Para te dizer que te amo tanto minha vida!

Eu volto a ser eu;
Eu vejo no céu um espelho;
E a geografia do meu caminho!
Do nosso caminho!...

BY MAIRTON LIMA