terça-feira, 30 de agosto de 2011

ESTASE É ESTASE (SEQÜÊNCIA DO DENTE)

Eu sou uma droga;
Na rua eu te ataco;
Na sala ou no quarto;
No beco ou no carro...


Eu sou sinistro;
Ataco seu marido;
Esculacho seu amigo;
Nas ruas eu sou um perigo...

Assustador;
Um ser interessante;
Esculacho seu amante;
Até o seu ficante...

Mais não se esqueça;
Que eu destruo tudo;
Depois que a licantropia;
Começou rolar no mundo...

Pra ti enlouquecer;
Pra ti enlouquecer;
Todas e todas que me encontraram;
Não conseguem esquecer!

Pra ti enlouquecer;
Pra ti enlouquecer;
Todas e todas que me encontraram;
Não conseguem esquecer!

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

Traição é traição;
Romance é romance;
Amor é amor;
E uma estase é uma estase...

Traição é traição;
Romance é romance;
Amor é amor;
E uma estase é uma estase...

Eu sou uma droga;
Na rua te ataco;
Na sala ou no quarto;
No beco ou no carro...

Eu sou sinistro;
Ataco seu marido;
Esculacho seu amigo;
Nas ruas eu sou um perigo...

Assustador;
Um ser interessante;
Esculacho seu amante;
Até o seu ficante...

Mais não se esqueça;
Que eu destruo tudo;
Depois que a licantropia;
Começou rolar no mundo...

Pra ti enlouquecer;
Pra ti enlouquecer;
Todas e todas que me encontraram;
Não conseguem esquecer!

Pra ti enlouquecer;
Pra ti enlouquecer;
Todas e todas que me encontraram;
Não conseguem esquecer!

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

Traição é traição;
Romance é romance;
Amor é amor;
E uma estase é uma estase...

Traição é traição;
Romance é romance;
Amor é amor;
E uma estase é uma estase...

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente, Ó o Dente,
Ó o Dente, Ó o Dente;
Isso é o lobisomem Notriam;
Dando a seqüência do dente...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

AMOR DE ANJO

  Antes eu estava contigo;
Hoje não mais posso estar;
Faz tempo que te deixei;
E você agora tem ar deprimido;
Achas que sumi para te abandonar;
Mas saibas que nunca te esquecerei...

Hoje não posso mais te beijar;
Não posso mais te abraçar;
Não posso te falar coisas lindas;
Não sabe que sempre vou te amar;
Não crês que nunca quis te deixar;
Sei que agora me odeia, e me faz feridas...

Sei que não posso mais te amar;
Te fazer enlouquecer de amor;
Nem no seu aniversário te presentear;
Mas que posso eu fazer, apenas chorar;
Saiba que também sinto sua dor;
E que não queria te magoar...

Mas infelizmente meu amor;
Algo súbito e inesperado;
Interrompeu o nosso prazer;
Sei que não vai crer que estou só;
Achará que estou com outra ou casado;
Ledo engano amor, só penso em você...
 
Lembras do dia em que nós passeávamos;
Pela pracinha, de mãos dadas e cabeças encostadas;
Como amor ao outro sempre dizíamos ter;
Pois saiba que ainda hoje estou a te querer;
 E mesmo longe serás por mim sempre amada;
Lembras do exato momento que nos separamos...

Um carro prateado e desgovernado;
Você não notava e ele ia a sua direção;
Vendo aquela cena agi por impulso;
Corri para teu lado desesperado;
 A cada momento saltava meu coração;
Te joguei contra a parede, do mundo fui expulso...

Via ao longe uma cena triste e dolorosa;
Um carro amassado e duas pessoas também;
Uma no chão e outra ajoelhada em pânico;
A do chão agonizava e tinha o mundo rosa;
A de joelhos soluçava e nada dizia, sofria muito além;
Logo uma dor lhe invadiu, o outro estava estático...

Seu choro saiu aos berros e gritos;
Toda a rua estava chocada e paralisada;
A pessoa no chão rolava e se babujava;
Sentou-se na calçada e doíam seus olhos;
Quis chamar ajuda, mas só engasgava;
O mundo escureceu e na rua já não estava...

Acordou num lugar estranho, hospital;
Sozinha chorava e agonizava na cama;
Lhe deram a terrível noticia sem espera;
Seu amor já estava deitado na pedra;
Seu pranto se calou e seu coração em chama;
Lhe disse que dali em diante viveria sempre mal...

Hoje tu ainda não crês meu bem;
Que isso aconteceu e nos separou;
Mas eu sei bem que aconteceu;
Vejo que até hoje você está sem ninguém;
Seu coração, nunca se conformou;
E meu amor será eternamente seu...

Saiba minha vida, minha musa;
Que toda noite vigio seu sono;
E só te deixo quando o dia clareia;
Sempre vou estar no que você busca;
E no que te dar prazer porque te amo;
E sempre virei te ver caso assim queira...

Para terminar minha mensagem do além;
Saiba que toda vez que sofres e adoece;
Eu estou do teu lado te defendendo;
Sim meu amor, anjos podem amar também;
E meu amor você ainda hoje merece;
E meu coração de anjo por ti esta ardendo...

BY MAIRTON LIMA

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CANTIGA DO POETA

Eu não vivia;
A minha vocação;
Eu não sabia;
O que meu Deus queria;
Do meu coração...

Eu não sabia;
Dos planos de Deus;
Eu não sabia;
O que meu Deus queria;
Deste servo Seu...

Porém um dia;
O coração se manifestou;
E me mandou;
Paras ruas a versificar;
Sei muito bem;
Que ainda sou um ninguém;
Não sou um grande poeta;
Mas vou versificar...

Quem parte versificando;
Quem parte versificando;
Quem parte versificando;
E a chorar;
Ao voltar com sorrisos declamará;
Ao voltar com sorrisos declamará...

Agora eu vivo;
Minha vocação;
E sei também;
Que pela minha frente;
Existe muito chão...

Eu sei agora;
Dos planos de Deus;
Agora entendo;
O que meu Deus pretende;
Deste servo Seu...

Versificar sempre eu espero;
Lançar palavras;
E fazê-las rimar;
E cultivar as palavras em verso;
Ir caminhando;
E sempre a versificar...

Quem parte versificando;
Quem parte versificando;
Quem parte versificando;
E a chorar;
Ao voltar com sorrisos declamará;
Ao voltar com sorrisos declamará...

BY MAIRTON LIMA

O POETA

Eu não sei cantar;
Eu não sei me expressar;
Eu não sei fazer;
Poesias bonitas;
Como tanta gente faz;
Sou como criança;
Que só sabe balbuciar;
Mesmo assim o teu amor;
Me inspirou poetizar.

Minha poesia;
É feita com energia;
Eu não sei versar;
O amor perdido;
Como tanta gente faz;
Sou como criança;
Que da noite faz o dia;
Depois que sofreu com manha;
Está sorrindo;
De alegria.

Escrevo quando choro;
Escrevo para sorrir;
Minha poesia;
O mundo inteiro vai ouvir;
Escrevo pela paz;
Escrevo contra a guerra;
Escrevo para varrer;
O egoísmo dessa terra.

Teu amor sem perceber me disse;
Vai poetizar;
Você é capaz;
Eu não sei falar;
De armistício;
Como tanta gente faz;
Mas creio na criança,
No jovem, no adulto;
E no velho;
Na minha vida;
Eu vou escrever;
Sempre eu espero.

Escrevo quando choro;
Escrevo para sorrir;
Minha poesia;
O mundo inteiro vai ouvir;
Escrevo pela paz;
Escrevo contra a guerra;
Escrevo para varrer;
O egoísmo dessa terra.

BY MAIRTON LIMA

sábado, 20 de agosto de 2011

MIRA LO QUE EL AMOR ME HACE

Mi corazón;
Late un poco apretado;
Late un poco lastimado;
Cayó tan profundo en esa emoción…

Primera vez;
Que el amor confrontó conmigo;
Antes yo era sólo un amigo;
Ahora todo ha cambiado de vez...

Será que ella siente;
Lo que siento por ella;
Será que eso es amor;
Está tan difícil de ocultar...

Mira lo que el amor me hace;
Me deja sin saber cómo conducir;
Cuando él nos coge;
No hay lugar para huir;
Mira lo que el amor me hace;
Quedé tan tonto;
Quedé así;
Nada será capaz;
De borrar este amor en mí...

Mi corazón;
Late un poco apretado;
Late un poco lastimado;
Cayó tan profundo en esa emoción…

Primera vez;
Que el amor confrontó conmigo;
Antes yo era sólo un amigo;
Ahora todo ha cambiado de vez...

Será que ella siente;
Lo que siento por ella;
Será que eso es amor;
Está tan difícil de ocultar...

Mira lo que el amor me hace;
Me deja sin saber cómo conducir;
Cuando él nos coge;
No hay lugar para huir;
Mira lo que el amor me hace;
Quedé tan tonto;
Quedé así;
Nada será capaz;
De borrar este amor en mí... 

SANDY
PARODIA POR MAIRTON LIMA


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

GAROTO POETA (BOY MINSTREL, NIÑO JUGLAR)


Eu sou um garoto;
Ela uma garota;
Deixar isso mais óbvio;
Não posso fazer!

Eu sou um romanesco;
Ela gosta de ser difícil;
O que mais posso dizer?

Eu a queria;
E ela jamais diria;
Que em segredo;
Ela poderia da mesma forma;
Me querer...

Só que todos os amigos dela;
Empinariam o nariz;
Eles tinham problemas;
Com as minhas poesias...

Eu era um garoto poeta;
Ela disse ‘te vejo depois garoto’;
Eu não fui bom o bastante para ela...

Ela tinha um rostinho bonito;
Mas sua cabeça estava no espaço;
Ela precisava voltar para a terra...

Alguns meses depois;
Ela se senta em sua casa;
Cuidando de seu sobrinho bebê;
Ela está lá totalmente sozinha...

Ela liga a TV;
Adivinha o que ela vê ali?
O garoto poeta;
Lançando seu livro em Madri...

Ela liga para os amigos;
Eles já sabiam;
E todos tinham comprado passagens;
Para ir ver a chegada dele...

Ela vai ansiosa com eles;
Ela para na multidão;
E olha para o cara;
Que ela rejeitou...

Eu era só um garoto poeta;
Ela disse ‘te vejo depois garoto’;
Eu não fui bom o bastante para ela...

Agora eu sou um poeta popular;
Arrebentando com meus poemas;
Seu rostinho bonito vê agora;
O que eu valho?

Eu era só um garoto poeta;
Ela disse ‘te vejo depois garoto’;
Eu não fui bom o bastante para ela...

Agora eu sou um poeta popular;
Arrebentando com meus poemas;
Seu rostinho bonito vê agora;
O que eu valho?

Desculpe garota;
Mas você vacilou;
Bem, azar seu;
Aquele garoto sou eu agora;
Nós não somos mais;
Do que simples amigos;
E é assim;
Que nossa história terminará...

Pena que você não conseguiu ver;
O homem que aquele garotinho;
Poderia um dia ser;
Há muito mais além;
Do que enxerga a aparência;
Eu vejo a alma que dentro se tem...

Eu era só um garoto;
E você era a minha paixão garota;
Posso falar isso de um modo mais óbvio?

Estamos agora afastados;
Não me ouviu quando eu ia falar;
Como nós abalamos;
O mundo um do outro?

Eu não sou mais o simples garoto poeta;
Agora eu te digo:
‘Te vejo mais tarde garota’;
Estarei nos corredores;
Depois do passeio...

Vou estar no meu quarto;
Relendo a poesia;
Que escrevi;
Sobre uma garota;
Que não me queria...

Eu não sou mais o simples garoto poeta;
Agora eu te digo:
‘Te vejo mais tarde garota’;
Estarei nos corredores;
Depois do passeio...

Vou estar no meu quarto;
Relendo a poesia;
Que escrevi;
Sobre uma garota;
Que não me queria...

AVRIL LAVIGNE
PARÓDIA BY MAIRTON LIMA

SOLIDÃO (LONELINESS, SOLEDAD)


Toda noite do meu banco;
Eu a vejo mais bonita;
A olho, a espio;
Até que ela do ônibus sai...

Mais uma noite de sufoco;
Eu ando na rua quase louco;
Pensando nela...

Na cabeça a sua imagem;
No meu peito uma vontade;
De ser o homem dela...

Eu de volta da universidade;
Vou de novo para o meu quarto;
Vou desejá-la na minha janela...

Solidão...
Quando a luz se apaga;
Eu de novo em casa;
Morrendo de amor por ela...

Solidão...
Que a minha alma extravasa;
Não suporto essa vontade;
De fazer amor com ela...

LEANDRO E LEONARDO
PARÓDIA BY MAIRTON LIMA

HINO DE NOTRIAM

Se tu falas muito;
Palavras sutis;
E gostas de senhas;
Sussurros, ardis;
A lei tem ouvidos;
Para te delatar;
Nas pedras;
Do teu próprio lar...

Se trazes no bolso;
A contravenção;
Muambas, baganas;
E nem um tostão;
A lei te vigia;
Bandido infeliz;
Com seus olhos;
De raio X...

Se vives nas sombras;
Freqüentas porões;
Se tramas assaltos;
Ou revoluções;
A lei te procura;
Amanhã de manhã;
Com seu faro;
De dobermann...

E se definitivamente;
A sociedade só te tem desprezo;
E horror;
E mesmo nas galeras;
És nocivo;
És um estorvo;
És um tumor;
A lei fecha o livro;
Te pregam na cruz;
Depois chamam os urubus...

Se pensas que burlas;
As normas penais;
Insuflas, agitas;
E gritas demais;
A lei logo vai;
Te abraçar, infrator;
Com seus braços;
De estivador...

Se pensas que pensas;
Ou seja;
Deixe que pensem e que falem;
Deixa isso para lá;
Vem para cá;
O que é que tem?

Não faz mal;
Sair assim com alguém, hein;
Ou seja;
Deixe que falem que pensem...

BY MAIRTON LIMA PARA JUCILEIDE E KARYNA