Madrugada fria;
E eu aqui na rua;
Afogando as mágoas;
Olhos rasos d'água;
De saudade sua...
Vou matando o tempo;
Ando de bobeira;
Paixão absurda;
Esse amor não muda;
É para vida inteira...
Já tentei ligar,
pedir perdão;
Te procurar, bater na
porta;
Coração tá no sufoco;
E o meu corpo não
suporta;
Outra noite sem teu
colo;
Sem teus beijos, teu
calor...
Brigo com a solidão;
Dou uma de machão,
duro na queda;
A saudade é uma pedra;
Que machuca, dói na
alma;
E o remédio é o seu
amor!...
Ninguém disfarça;
Ninguém esconde;
O que o coração
revela...
Mas que paixão
bandida!
Olha só que droga,
Lá vou eu chorar por
ela...
Ninguém disfarça;
Ninguém esconde;
O que o coração
revela...
Mas que paixão
bandida!
Olha só que droga,
Lá vou eu chorar por
ela...
ZEZÉ DE CAMARGO E LUCIANO

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