quinta-feira, 2 de setembro de 2010

AMORES ESTRANHOS



Eu lamento ter que te fazer saber agora;
Mas eu temia que você achasse mentira;
Quanto tempo perdi antes de te falar;
Pois jurei te falar mas não tinha coragem jamais;
Amores estranhos nos dão problemas;
Mas, na realidade, somos nós.

E eu anseio por te dar uma mensagem;
Torcendo para que você esteja livre;
Com o coração no estômago;
E um novelo sufocando num canto;
Aqui sozinho;
Dentro só um calafrio;
Mas por que, ela não responde...

E são amores estranhos que;
Nos fazem crescer;
E nos fazem sorrir;
Mesmo entre as lágrimas;
Quantas páginas;
Ainda à escrever;
Sonhos e mágoas;
Para dividir;
São amores que;
Comumente nesta idade;
Se confundem dentro da alma;
Que se questiona sem decidir;
Se é um amor que nos favorece.

Mas quantas noites eu perdi chorando;
Relendo aquelas poesias;
Que não consego mais jogar fora;
Do labirinto das nostaugias;
Grandes amores...
Que acabaram;
Mas por que;
Permanecem;
No coração.

Estranhos amores que vão e vêm;
Nos pensamentos que escondem;
Verdadeiras histórias que nos pertencem;
Mas se esquecem como nós.

Amores estranhos e frágeis;
Prisioneiros e livres;
Amores estranhos nos dão problemas;
Mas, na realidade, somos nós.

Amores estranhos e frágeis;
Prisioneiros e livres;
Amores estranhos que não sabem viver;
E se perdem dentro de nós.

Eu lamento ter te falado naquela hora;
Desta vez eu prometi a mim;
Que eu sinto um amor verdadeiro;
Por ti!

MAIRTON

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